“Nós colocamos comida na mesa do advogado, do enfermeiro, do médico, de qualquer pessoa”, diz agricultora familiar
“Nós colocamos comida na mesa do advogado, do enfermeiro, do médico, de qualquer pessoa”. Amanda Alves, 31 anos, agricultora familiar, sabe da importância do trabalho que hoje exerce com orgulho. E ela não está só, integra a Associação de Mulheres da Agricultura Familiar do Sítio Carneirinho, coletivo que ajudou a fundar com a mãe e que conta atualmente com 32 associadas em Caruaru, semiárido pernambucano.
Em comum, a busca por melhoria de vida, já que muitas não tinham autonomia financeira e trabalhavam em uma rotina exaustiva na indústria têxtil da região, recebendo quase nada por peça: cerca de R$1,20. Mas isso ficou no passado...
