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Maestrina Divani Cabral: ecos de músicas, ritmos, acordes, harmonia receba nossas homenagens de Gratidão

Certa vez eu ouvi, não sei se em sonho e ou em vida real: a arte é um dos veículos mais eficazes para auxiliar a criança em sua tomada de consciência do laço harmônico que une Deus de seu coração a uma caminhada, trajeto de vida, alicerce de transformação em cidadão do bem.

O artista, a arte, a cultura, a voz, o corpo, os gestos, ações são expressões no mundo material a beleza espiritual que sente no mais intimo de si mesmo...

Fricote, acordes e baianidade: Luiz Caldas chega aos 60 anos como revolucionário do Axé Music

E fez-se o som. E dele, os acordes. E com pés descalços, unhas pintadas e muito deboche, fez-se o Axé. E não haveria ninguém além de Luiz César Pereira Caldas, ou apenas Luiz Caldas, para conduzir pelos quatros cantos do Brasil, e pelo mundo, um ritmo genuinamente baiano. Nesta quinta-feira (19), o pai do Axé Music festeja 60 anos.

Com história, alegria, baianidade e deboche, o menino Luiz saído de Feira de Santana, cidade a 100 quilômetros de Salvador, celebra idade nova com mais de 50 anos de carreira no papel de um libertador de ritmos, uma espécie de revolucionário do Axé...

Corre um boato na beira do rio. Nossa homenagem ao velho Chico chega em acordes e poesia...

“Corre um boato na beira do Rio
Que o Velho Chico pode morrer
Virar riacho e correr
Pro nada...
Viajando por temporada
Quando a chuva do meu Deus dará...”

A poesia do poeta, compositor e radialista Wilson Duarte, que virou música numa parceria com Nilton Freittas e Wilson Freitas, foi uma das vencedoras de um festival realizado a quase três décadas em Juazeiro, mas nunca foi tão atual e necessária...

Coordenador do Projeto Acordes do Campestre visita Juazeiro e Petrolina

O coordenador do Projeto Acordes do Campestre (Música e Cidadania no Semiárido), Sandro Dias, conhecido no mundo artistíco por Sandrinho do Acordeon visitou Juazeiro e Petrolina nesta sexta-feira, 25. Em 2016, Sandrinho do Acordeon e seu pai Salvador Nunes participaram do Programa Caldeirão do Huck estreando o quadro “Quando Você Menos Espera”, na oportunidade receberam doação de instrumentos musicais e o veículo como forma de incentivo pelo relevante serviço social desenvolvido na região.

Atualmente projeto é desenvolvido nos municípios de São Raimundo Nonato, Dom Inocêncio e outras cidades localizadas na Serra da Capivara, Piauí. Sandrinho do Acordeom, aprendeu tocar sanfona aos 13 anos, quando ainda morava com os pais na vizinha cidade de Dom Inocêncio, Piauí. Apaixonado pela música, ele resolveu, com o incentivo do pai, transmitir o conhecimento aos jovens que tivessem interesse. Atualmente Sandro coordena do projeto que ensina música voluntariamente...

Cultura: Projeto Acordes do Campestre, a música que alimenta sonhos e esperanças

Em São Raimundo Nonato, Piauí, Serra da Capivara, Piau, Sofia Nunes, ainda não completou 2 anos, mas já toca zabumba, triângulo e bateria. O som que ecoa da sanfona estimula sonhos e alimenta esperanças. m projeto cultural criado em 2011 pelo empreendedor musical Salvador Nunes e pelo seu filho Sandro Dias ensina a arte de tocar instrumentos a dezenas de crianças, jovens e adultos. O projeto tem o nome de “Acordes do Campestre”.

Sandro Dias, conhecido na região como Sandrinho do Acordeom, aprendeu tocar sanfona aos 13 anos, quando ainda morava com os pais na vizinha cidade de Dom Inocêncio, Piauí. Apaixonado pela música, ele resolveu, com o incentivo do pai, transmitir o conhecimento aos jovens que tivessem interesse. Atualmente Sandro coordena do projeto que ensina música voluntariamente...

Musicalidade de Fagner e acordes de Targino Gondim encerram IV Festival Internacional da Sanfona, em Juazeiro (BA)

Foram quatro dias de muita música  na terra de João Gilberto. Com artistas brasileiros e internacionais, do forró ao tango, o IV Festival Internacional da Sanfona chegou ao último dia, neste sábado (16), com o show de Fagner, que ao lado de Targino Gondim, mostrou no palco da Orla Nova, em Juazeiro (BA), a força da cultura nordestina. Canções como ‘Riacho do navio’ e ‘A morte do vaqueiro’, do eterno Rei do Baião, Luiz Gonzaga, se misturaram aos sucessos do cantor cearense, que emocionou a plateia com ‘Borbulhas de amor’, ‘Deslizes’, ‘Jardim dos animais’ e ‘Coração alado’.

Como no dia anterior, no Centro de Cultura João Gilberto, o público cantou à capela e interagiu com os artistas. Fagner, que tem uma longa história de parcerias com os acordeonistas, ouviu suas músicas cantadas em coro pelas pessoas que lotaram a orla. “Quero dizer para vocês do fundo do coração que estou emocionado”, declarou o cantor. O show dele foi um dos mais longos, com cerca de uma hora e 40 minutos...