Artigo: a legalização do porte de armas no Vale do São Francisco: uma questão de vida e morte
"A arma na mão do cidadão de bem não mata ninguém". A frase do engenheiro e político brasileiro Rogério Peninha Mendonça, é um pensamento comum entre os defensores do direito à posse e ao porte de armas no Brasil, ao qual, em minha perspectiva, se torna contraditório, uma vez que a criminalidade não deixaria de existir só porque o "cidadão de bem" possui o domínio sobre a posse do objeto. Ao contrário, haveria ainda mais violência.
Colocando em exposto e discutindo sobre esse mesmo termo, como seria possível distinguir quem seria ou não um "cidadão de bem"? Isso seria, praticamente, impossível...
