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Bahia tem índices altos quando o assunto são os homicídios de mulheres, diz atlas da Violência 2026

Conforme destaque na REDEGN, seis das 10 cidades mais violentas do Brasil ficam na Bahia, apontou o Atlas da Violência 2026, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo, que traz dados de 2024, analisou índices de todos os estados do Brasil.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) que as mortes violentas apresentaram reduções consecutivas nos últimos três anos e que, em 2024, a polícia contabilizou uma queda de 8,7% nos registros de crimes graves contra a vida...

Expansão das facções aumenta a criminalidade nas cidades do interior, afirma Atlas da Violência 2025

A desconcentração da violência letal nas grandes cidades, com a interiorização do crime e o avanço das facções para médias e pequenas cidades do país é destacada pelo Atlas da Violência 2025 – Retrato dos municípios brasileiros e dinâmica regional do crime organizado.

O levantamento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)...

Atlas da Violência revela: os estados mais e menos violentos do país

No Brasil, a taxa de homicídios foi reduzida para 21,2 a cada 100 mil habitantes em 2023. O resultado corresponde a uma queda de 2,3%, em relação ao ano imediatamente anterior.

Os dados constam no Atlas da Violência, divulgado nesta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)...

Municípios podem ser protagonistas em segurança, defende pesquisador, avalia coordenador do Atlas da Violência

Apesar de a Constituição Brasileira não atribuir responsabilidade direta aos municípios em relação à segurança das pessoas, as prefeituras têm potencial de ser protagonistas em questões de segurança pública. A avaliação é do pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Daniel Cerqueira, um dos coordenadores do Atlas da Violência, divulgado nesta segunda-feira (12) no Rio de Janeiro.

“O município tem um papel protagonista”, afirmou Cerqueira, ao ser questionado pela Agência Brasil sobre qual deve ser o papel das prefeituras na questão. Segundo ele, o fato de a Constituição estabelecer que a segurança pública é exercida por instituições como as polícias Civil e Militar acaba “levando ao erro” de entender que é coisa exclusivamente de estados...

Atlas da Violência: Bahia lidera homicídios de adolescentes e está entre os estados com mais crianças mortas em 2023

A Bahia, mais uma vez, aparece em posição de destaque negativo, liderando o número de homicídios de adolescentes e ocupando o terceiro lugar no ranking de assassinatos de crianças de até 4 anos.

Em 2023, 14 crianças de 0 a 4 anos foram mortas na Bahia. O estado fica atrás apenas do Rio de Janeiro, com 24 mortes, e de São Paulo, com 18...

Taxa de mortes em acidentes de motocicletas cresce 12,5% no país, diz Atlas da Violência

A taxa de mortes causadas por acidentes de trânsito voltou a crescer no país, alcançando 16,2 óbitos a cada grupo de 100 mil habitantes. O dado se refere a 2023 e representa alta de 2,5% ante 2022, quando o índice era 15,8.

Especificamente em relação a acidentes envolvendo motocicletas, a taxa atingiu 6,3 mortes por 100 mil habitantes em 2023, o que equivale a alta de 12,5% ante 2022. Desde 2020, a taxa era mantida em 5,6...

Juazeiro foi a quinta cidade mais violenta do pais em 2022, aponta Atlas da Violência

Dos 10 municípios brasileiros com as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes em 2022, sete estão na Bahia. A informação é do Atlas da Violência 2024, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Divulgado nesta terça-feira (18), o ranking é liderado por Santo Antônio de Jesus, cidade do Recôncavo baiano, com taxa de homicídios estimada em 94,1. Logo depois vem Jequié com 91,9...

Atlas da Violência: 50% das vítimas de estupro têm até 13 anos

Do total de 22.918 casos de estupro registrados pelo sistema de saúde em 2016, 50,9% foram cometidos contra crianças de até 13 anos. As adolescentes de 14 a 17 são 17% das vítimas e 32,1% eram maiores de idade. A proporção não se mantém estável nos últimos 10 anos. Os dados fazem parte do estudo Atlas da Violência 2018, apresentados ontem (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O Atlas da Violência aponta uma discrepância dos dados da saúde com os das polícias brasileiras, que registraram 49.497 casos de estupro no ano, conforme 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) David Marques, os dois dados são subestimados...