RedeGN - Espaço do Leitor

Outros Destaques

Especial Coronavírus

Acompanhe o mapa do COVID-19 em tempo real em nossa página especial.

Espaço do Leitor

"Professor, o senhor trabalha ou só dá aula?"

Em tempos de correria e de pseudo relações pessoais, este texto torna-se prosa, é livre, por vezes soa poético. Trata-se de um relato intimamente pessoal sobre a prática docente. O que é ser professor em uma realidade surreal, em que as famílias estão doentes e desestruturadas, onde o papel da educação e da escola resume-se a aprovar, passar adiante, empurrar para o próximo nível? Esta pergunta faz morada e não paga aluguel em minhas indagações e reflexões.

Em meu (nosso) mundo, o professor é a criatura mais completa já concebida, e quando se faz pronto, concebe também, forma pessoas, prepara seres humanos e direciona cidadãos e não, tão somente, alguns números mais, um para a fila do desemprego, mais um para o universo das drogas, menos um para esfera da literatura, e por aí vai. É inadmissível e discrepante a relação unilateral e covarde entre sociedade (mundo) e professorado (alcatéia solitária). Não adiantam sindicatos, representações oficiais e muito menos agrados no contracheque ao final do mês. Este cenário é carnavalesco, mundano, Arlequins de giz na mão, Colombinas com um sorriso cicatrizado no rosto.
 
Como o grande beija-flor da famosa parábola, vou fazendo minha parte, lutando contra um sistema desleal. Sou contra a figura/representação do professor coitadinho, lascado do sol e das dívidas, desrespeitado por tudo e por todos, o que de fato em alguns casos assim são, por opção ou condição, mas nem por isso este deve ser o norte ao quais os valentes e desnorteados colegas devem seguir ou defender. No início da minha trajetória nos campos devastados das escolas e salas de aula, ainda novo, verde verdinho, eu sofri um pouco, quase bastante, colegas e companheiros, cansados, calejados, sofridos que se recusavam a tentar mudar o tema desta triste sinfonia para funeral, onde a educação era velada.
 
Sofremos de uma nostalgia maldita (resquício da Ditadura Militar?), que coloca o professor como “domador de feras”, o responsável em segurar, impedir e adestrar o aluno, que antes de ser aluno, é filho, filha, menino, menina, homem, mulher, criança, são pessoas, seres humanos, em formação ou não, ricos ou pobres, de muitos universos, onde cada cabeça é um mundo, onde tudo é possível, e onde a escola, inclusive, pode deixar de ser senzala para alguns, e tornar-se carta de alforria. Muitos pedagogos de mesa de escritório defendem que a escola é para todos, pode até ser, mas estudar não é fácil e a forma como vem se ensinado a estudar dificulta ainda mais este processo.
 
Nunca tive medo de sala de aula, nunca tive medo de ser questionado de ser desafiado. Não sou dono da verdade, nem filho do dono. A meu ver o professor deve estar preparado para enfrentar todo tipo de realidade, deve estudar conhecer novas ferramentas e plataformas, deve abrir os olhos, literalmente. Seria muito antiético apontar o dedo aqui e descrever os vários tipos de professor que temos por ai, afinal, aqui minha realidade é um “tipo” também. Se eu pudesse contaria, mas não, melhor não.
 
Não sou perfeito e estou longe, mas muito longe disso. Apenas pretendo e venho fazendo diferente, seguindo outro caminho. A minha atual experiência em sala de aula tem me mostrado muita coisa boa, muitas possibilidades. Nunca um ser humano conseguirá agradar a todos e as falhas e palavras erradas são muitas, mas em muito me engrandeceu a receptividade e reação da maioria dos meus atuais alunos. Uma reação à uma pergunta, a um comentário instigante tudo isso revigora o ego, alimenta a fome de reconhecimento, ou não é isso que quero? (queremos?)
 
Hoje posso falar com certeza e convicção, sou professor. E mais ainda posso falar que sou hoje, o professor que gostaria de ter tido a oportunidade de conhecer na minha infância, um cara sem soberba, um intelectual sem impaciência e empáfia. Sou aquilo que gostaria de ser. O caminho é longo a estrada é sinuosa, mas vamos em frente, sempre.
 
Gesner Santana
Professor de História 
..

ESPAÇO DO LEITOR: PARABÉNS PROFESSORES!

A educação nos dias de hoje. Por mais que os professores estejam desacreditados e principalmente desvalorizados por pais, alunos e governantes; é esta a figura mais importante na transformação social, cultural e econômica de um país.

Chalita (2001) descreve a importância do professor na instituição de ensino, principalmente nos dias de hoje, onde equipamentos e materiais são colocados em primeiro plano – acreditando-se ser assim que se faz uma educação de qualidade. Chalita não nega a importância de tais recursos para a qualidade da educação, mais ressalta, que o professor é a “peça fundamental” no processo ensino/aprendizagem...

Gratidão aos Mestres

Todo esforço teórico, toda tentativa reflexiva de se descrever a importância do professor encontrará limitações por se deparar com algo cuja principal característica é a virtude de ser indescritível, tamanha a infinitude do se seu alcance.  Melhor olhar para a prática. Aliás, melhor olhar para as nossas próprias experiências.

Todos nós, independentemente do papel que desempenhamos, temos uma enorme dívida de gratidão aos nossos mestres. Eles deixaram marcas profundas naquilo que somos, fazemos e pensamos...

CRÔNICA – DIA DO NORDESTINO: ESSA GENTE SERTANEJA

Estilingue é Balieira / Uma prostituta é Quenga / Cabra medroso é Molenga / Um baba ovo é Chaleira / Opinar é dar Pitaco / Axilas é Suvaco / E cabra ruim é Mala / Atrás da nuca é Cangote / Adolescente é Frangote / Pra chamar é Dando Siu / Sem falar, Fica de Mal /Separar é Apartá / Desviar é Ataiá / E pra desmentir é Nego / Quem está desnorteado /Aqui se diz Ariado / E complicado é Nó Cego / Coisa fácil é Fichinha /Dose de cana é Lapada / Empurrão é Dá Peitada /E o banheiro é Casinha / Tudo pequeno é Cotoco / Vigi! Quer dizer, por pouco /Desde o tempo da senzala / Verme no bucho é Lombriga /Com raiva Tá Com a Bixiga / Nessa terra nordestina / Seu menino, essa menina! /É assim que a gente fala  (Cordel de autoria de Ismael Gaião da Costa, nascido na capital pernambucana, engenheiro agrônomo).  

A inteligência e a percepção do escritor Euclides da Cunha inspirou-lhe uma frase tão singela quanto verdadeira que ultrapassa o tempo e se eterniza na memória de quantos conhecem as vicissitudes da gente do sertão: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” (Os Sertões, 1ª Edição, 1902). O trovador usa a frase como mote dos seus versos, quando nas feiras livres exalta o inconfundível perfil do nordestino. Os políticos dela se aproveitam quando na empolgação dos seus discursos nem sempre transmitindo o desejado convencimento.

Não basta fazer poesia ou tecer altos elogios em oratórias cheias de empolgação, mas é preciso ter a sensibilidade para sentir e interpretar o verdadeiro significado do adjetivo “forte” de Euclides. Também não tenho a pretensão de fazê-lo. A capacidade de resistência da gente sertaneja vai além dos limites de meras definições literárias ou científicas. O suor com sabor de sangue que lhe corre nas faces parece emergir das suas entranhas como lenitivo e bálsamo para a pele que queima sob a intensidade do sol. Não se quebranta com pouco sofrimento, nem se arrefece ante os grilhões da dor, da sede e da fome, como se lhe fossem alimentos de vida. É um forte que está mais para o verdadeiro sentido de fortaleza, muralha, que resiste bravamente às adversidades...

Espaço do Leitor: Até quando?...

 
Geraldo,até quando ?...
 
Se olharmos fotos antigas da nossa querida Juazeiro,algo salta diante dos nossos olhos, ou seja: A cidade outrora era muito melhor e mais bem cuidada do que é hoje. Infelizmente, para nós juazeirenses, os Prefeitos que vieram depois, se esqueceram que moravam numa cidade e não numa aldeia, num lugarejo, num fim de mundo onde cada um poderia fazer o que bem entendesse e aí, a cidade virou a bagunça que tão bem conhecemos e exaltamos nos dias atuais.
 
Coisas basicas, elementares, fundamentais numa cidade, aqui foram deixadas de lado, como por exemplo: Um traçado Urbano adequado, obedecendo a geometria do quadrilatero, levando em conta as necessidades presentes e futuras da mobilidade urbana; a falta de nomeação para as ruas, a numeração caótica dos imoveis, deixa claro, que nunca tivemos alguem como Prefeito que se preocupasse verdadeiramente com a cidade em seus mínimos e importantes detalhes. Não temos vias adequadas para pedestres, onde temos algo que lembra isto, o espaço esta tomado por carros, motos, lanchonetes ao ar livre, entulhos, bagulhos e tudo mais.
 
Onde estão nossas autoridades para coibirem o uso indevido dos espaços sagrados, reservados aos pedestres? Onde estão nossos poderes públicos para colocarem a cidade em ordem? Coisa que eu, particularmente não acredito, porque demandaria uma operação de guerra.
 
Pobre Juazeiro, nem mesmo as cidades iraquianas devastadas por bombardeios estão piores que voce, lamentavelmente!
 
Joaquim Mendes
..

Foto de arquivo do quadro reminiscência...

Espaço do Leitor: Desabafo

Não venho aqui para crucificar mais ainda a imagem do profissional da educação que é tão desvalorizada ­ O professor! Entretanto, atitudes que não condizem com os ideais de homem e sociedade pautados no respeito objetivando o caminho à Paz precisando ser denunciados e repensados, para que juntos possamos encontrar alternativas justas e equilibrada. Venho aqui amparado na Lei. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. LDB Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:II - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas - aula estabelecidas; Onde essa lei não esta sendo cumprida na Escola Municipal Américo Tanuri - Maniçoba - Lagoa da Pedra , que eu como tenho sobrinha na escola fui saber o motivo que a mesma estava chegando muito cedo em casa, lá foi informado que estava no horário de ser liberado, sendo que isso não e verdade, e uma funcionaria disse ainda que era para eu ir à secretaria de educação “entregar” Denunciar.

Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:IV - autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino; Aqui posso falar sobre que o município não está vindo supervisionar a escola, porque professor de computação que do começo do ano o máximo que já deu aula foram 10 vezes, já estamos em outubro, isso já foi entregue ao secretario de educação por seu Facebook, no dia 28/5/2013 08h24min, e até hoje sabe o que foi feito? NADA.

A professora chega o horário que bem entender, sai horário que bem entende, sem dar satisfação a ninguém. Ela esta aqui só de fachada, ganhando seu salário na base de 1.500$$(Mil e Quinhentos) , sem fazer nada, onde esta o Secretário de Educação Clériton Andrade? Que ainda não fez nada para mudar isso. Uma frase que eu ouvi foi  “Não existe escola sem aluno”, é possível existir uma escola sem aluno? Acho que não, acho não, tenho certeza!!..

Juazeiro muito antigamente II - Maurício Dias (Aquele Sol não quis se por)

Os 04 cds dos 02 "boxes" que vamos lançar em Salvador com parte da minha obra musical estão finalmente prontos! Regravei esta música, a primeira versão era "demo" e fiz um "remake" do slide-vídeo.

Este "blog" tem sido um grande parceiro na divulgação das minhas músicas e como não poderia deixar de ser, aqui, mais uma vez de  "prima" Juazeiro muito antigamente II - Aquele Sol não quis se por!
 
Remake: Era uma vez uma cidade....

bonita, cheia de "vapores", onde tudo daquele tempo hoje é,apenas uma grande saudade, de pessoas e amores!
 
Carlos Maurício Dias Cordeiro
..

A PÁSCOA DE OSVALDO BENEVIDES

Dr. Carlos Augusto Cruz

Existe, porque sempre existiu e sempre existirá, para todos nós que acreditamos na vida eterna, este momento de desligamento das coisas desta terra, e este volver para o alto, de onde viemos, tal como o filho pródigo, que após gastar toda a sua parte da herança, retorna à casa do sei Pai, pensando pelo caminho, no discurso que vai dizer diante d’Ele que, ávido lhe espera com o olhar na estrada...

Espaço do Leitor: OTONIEL GONDIM, UM GÊNIO LITERÁRIO

Amigos,

Hoje tenho a grata satisfação e difícil missão de escrever e descrever este grande profissional que veio das “ bandas” do Pernambuco para beber ás águas do Velho Chico aportando de vez em Juazeiro da Bahia onde vem colaborando com a nossa cultura baiana e nordestina...

HOMENAGEM ÀS CRIANÇAS

Ser criança
Ser criança é manter aquele magnetismo original do óvulo e do sêmen,
sob o efeito de uma atração tão fatal capaz de levar aquele a acolher e o segundo a travar a luta hercúlea para ser acolhido concretamente.
Ser criança é saber esperar o momento certo para que o ser se faça, se necessário, nove meses, e estar na dor de quem cria, na presteza de quem cuida e no realismo de quem dá o primeiro tapa em favor da vida real.
Ser criança é sugar forte o leite da vida e apreender intensamente aquilo que o mundo oferece, nunca deixando que a frouxidão do paladar e a negligência do aprender nos façam cooptados, vencidos, domados, nulos.
Ser criança é ter olhos puros para a pureza do existente, suportando, em nome da virgindade, os ciscos e as traves intragáveis que certos homens e certas mulheres querem inserir nos olhos que somos para estragar a gente.
Ser criança é trabalhar como se brincando, espernear em birra como que amando, sonhar a magia como realidade grave, dormir de cansaço feito corredor de milhas e acordar fora de hora na noite dos nossos sonos.
Ser criança é gostar por gosto, querer por capricho da querença, chorar por força natural, sorrir por espontaneidade, arranhar-se em desventuras
inócuas, amar somente por amor e acreditar que o mal nem chega a pesar.
Ser criança é ter toda idade, lamber doce em plena rua, sorver espuminhas de chocolate, brigar pelo maior pedaço, negar o pedaço menor, cair quando andar de bicicleta, desistir por medo cego, tremer quando o assunto é voar.
Ser criança é ir ao parque e ter pavor dos brinquedos, não ir à escola por causa da dor “de lado, aqui na barriga”, vestir a roupa que a mamãe não quer e encolher-se no escuro porque “um–não-sei-quê” pode me ofender.
Enfim, ser criança é ser espontâneo, na sinceridade e na verdade que só os corações puros reconhecem, que só as mentes lúcidas justificam, que só os corpos bons podem sentir, sempre no “si mesmo” que é essência de toda gente.
Neste Dia da Criança, deixo um beijo a todos os que estão na faixa, a todos que se intrometem na menoridade e a todos que sabem que criancice é só o jeito de existir segundo o qual amadurecer pode significar um triste modo de apodrecer. 

Texto escrito por : Wilson Correia..

Imagem Ilustrativa da Internet

Minha feliz infância

Brinquei de casinha de bonecas e tive um bonequinho especial chamado Bimbim; Brinquei de médico, de salada de frutas, de guardar o anelzinho bem guardadinho e de se esconder; Brinquei de roda, de amarelinha, de boca de forno e chicotinho - queimado; Fui rica e pobre de marré deci; Fui a rosa despedaçada e tirei muitos amigos do fundo do mar, como se fosse um peixinho; Cai de bicicleta e de árvores. Na roça do meu avô, o Acude de Pedras, tirei umbu do pé, tomei leite no curral, escovei os dentes num copo, ouvi causos de assombração, dormi com medo do escuro depois de apagados todos os candeeiros; limpei o bumbum com malva;

Lá também assistia, com o coração apertado, a matança de um bode que ficava dias esticado até que comêssemos todinho para dar a vez a outro abatido; Fui coroinha da igreja; Fiz a primeira comunhão; Escrevi 200 vezes e por várias vezes, como castigo da professora " Eu devo me comportar"; Me fiz de doente para ter o direito de tomar guaraná e comer maçã; Merendei ovo cru batido com farinha e açúcar; Participei dos "dramas" que minhas irmãs faziam no quintal; Chorei ouvindo as histórias contadas por meu pai, sobretudo a de uma tal garça e um socó , que nunca entendi muito bem; Dei gargalhadas até fazer xixi dos palhaços dos circos mais fuleiros e encantadores que chegavam em Juazeiro ; Tomei peia por fugir de casa e correr atrás do homem da perna de pau que anunciava que tinha espetáculo na cidade, sim senhor ; Tomei outras tantas peias, de lascar, por motivos que nem lembro se eram mesmo motivos; Me mijei de medo nos trens fantasmas da vida; Tomei 12 bolos em cada mão com a escova cruel de lustrar sapatos; Furtei um chocolate no Pinguim e aprendi com isso a maior lição de honestidade dada por meu pai; Catei caju na Ilha de Nossa Senhora e me banhei muito e escondido nas águas do Velho chico ; Ganhei de minha mãe a assinatura da Revista Amiguinho e me apaixonei pela leitura; Fui a baliza nos desfiles de sete de setembro e 15 de julho; Fui uma rosa no desfile dos 100 anos da minha cidade; Fui anjo na procissão de Nossa Senhora das Grotas; E a menina má na peça de teatro da escola; Fui Calouro nos shows da 28 de setembro; Declamei poemas na Apolo; Tomei guaraná antártica na Primavera- Kisabor, com meu pai e irmãs; E muito sorvete na Sorveteria Delícia e na Iglu, em Petrolina; Fui as manhãs de sol no Country Clube; Tirei foto naquela pontezinha da Praça da Bandeira; Tomei carreira de Maria polpa de pau, João doido e Guiomar, a que mais eu temia. Gostava de ver Legal cheirando gasolina nos poucos postos de Juazeiro; Tive catapora, caxumba, hepatite; Inventei que precisava de óculos porque achava um charme usá-los; Desejei quebrar uma perna ou um braço, só para engessar; Tive sangue doce para piolhos; provei o gosto de meleca; fiz bolinhas de cuspe e preguei chicletes em baixo da mesa de jantar; Tirei 10 na escola, as vezes; Tirei nota "c", a pior em comportamento, as vezes;..

Espaço do Leitor: Abandono do bairro Argemiro.

Saudações,

Meu amigo Geraldo José, aqui estão algumas fotos de  nossas ruas da comunidade Argemiro, estamos tentando chamar a atenção de nosso gestor e dos nossos vereadores para esta situação caótica e desagradável para todos, em especial nós moradores...

ANIVERSÁRIO DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB – 57 ANOS)! Diário da Região, 06 de agosto 2004

O canoro soar das trombetas anunciam solenemente, neste 06 de agosto, o aniversário de 57 anos do Partido Socialista Brasileiro. Graças à Resolução nº 2.130, o embrião socialista denominado "Esquerda Democrática" é reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 1947, sob o lema "Socialismo e Liberdade", tendo entre seus dignos e notáveis fundadores, a figura expressiva de João Mangabeira, primeiro presidente do PSB.

Inspirando-se na parábola bíblica do Bom Samaritano e nos escritos de Karl Marx, João Mangabeira, este baiano de rara inteligência, jornalista combativo, estadista e parlamentar, dá partida ao moderno socialismo brasileiro. Possuidor de invejável oratória, João Mangabeira destacou-se no mundo parlamentar e fora deste, tendo estreado ainda jovem, aos 17 anos, defendo um réu no Tribunal do Júri, na Comarca de Ilhéus...

ESPAÇO DO LEITOR: ÁGUA PARA CAMPO ALEGRE DE LOURDES

A população campoalegrense está de parabéns com a visita do Governador Wagner, no próximo sábado, dia 12. Será assinada a ordem de serviço para o início dos trabalhos da adutora que trará água do Rio São Francisco. Esta ação, em muito amenizará o sofrimento desta população tão carente.

Nossos agradecimentos, desde já ao Governador Wagner e à Presidenta Dilma...

Foto - Praça da Cidade (Site da Prefeitura de Campo Alegre de Lourdes)

Contrastes da Vida...

Por Mário Pires

“A ação do tempo em nossas vidas deixou a gente sem saber porquê... mesmo os mais fortes às vezes não encontram uma saída” - trecho inicial de “Contrastes da Vida”, canção inédita escrita por Chorão, líder da extinta banda Charlie Brown Jr...

A Saudade (Homenagem a Osvaldo Benevides)

Como admirador desse grandioso profissional da comunicação que nos deixou não pude deixar de me entristecer e com essa simples mensagem

levo até seus familiares algumas palavras de conforto, sabendo que onde ele estiver estrá zelando por todos que aqui deixou...

Espaço do Leitor: Agressão na Auto Escola Globo.

Eu, Edileide dos Santos, comunitária do Bairro Nova Esperança, venho através desta fazer pública a minha indignação com o tratamento recebido pelos órgãos públicos e privados a cerca do fato ocorrido com meu sobrinho.

Meu sobrinho, rapaz de 19 anos, boa índole, bom filho, bom amigo, integro e honesto, há dois meses buscou a auto escola Globo para fazer aulas afim de conseguir sua primeira habilitação, pagou a vista, fez a prova teórica, tendo êxito, buscou diversas vezes a auto escola para que fossem marcadas as aulas praticas, sendo todas as vezes mal tratado e enrolado. Por fim, no dia de ontem (08), ele recebeu duas ligações do proprietário da empresa – Anastácio -  solicitando que ele comparecesse à auto escola para solução do problema, crendo que se tratava disso, se dirigiu a empresa, lá chegando, o  filho do citado proprietário chamou o meu sobrinho para que entrasse em uma sala apenas ele, Anastácio e seu filho para conversarem, diante da recusa, meu sobrinho foi agredido com um murro na boca, xingado e humilhado em público. Anastácio visivelmente alterado gritou em alto e bom tom:

- Com quem você acha que está falando? Você sabe quem eu sou?..

Espaço do Leitor: Após 60 dias de inaugurada, Quadra Poliesportiva da Escola Anália Barbosa, em Juazeiro, continua sem energia elétrica

No dia 06 de outubro do corrente ano, completou 60 dias que o governo municipal inaugurou a Quadra poliesportiva da Escola Anália Barbosa situada no bairro Antonio Guilhermino, em Juazeiro, uma bela obra que trará melhor qualidade de vida para os jovens daquela comunidade...

RIO SÃO FRANCSICO – “INEXORAVELMENTE FADADO A MORRER...” ou a VIVER?

Assim como dá tempo escrever... Ainda dá tempo salvar...

Dia 04 de Outubro foi o aniversário dessa verdadeira dádiva da vida que completou 512 anos... Data essa também consagrada ao seu Patrono que deixou a burguesia e saiu pelo mundo peregrinando, se doando, se dedicando aos necessitados, e quem conhece a história sabe bem a quem estou me referindo.....

Leitor alerta sobre demolição da Petrolina Antiga

 

Prezado Geraldo,..