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Barragem de Pinhões não corre risco de rompimento, diz coordenadoria do DNOCS. VEJA O VÍDEO

O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), por meio da Coordenadoria estadual do órgão (CEST/BA), descartou a possibilidade de rompimento da barragem de Pinhões, em Juazeiro. A declaração foi feita durante audiência pública para discutir a situação das barragens na Bahia sob responsabilidade do órgão, realizada pela Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira 27.

Apesar de constar no relatório dos reservatórios que correm o risco de rompimento, produzido pela ANA (Agência Nacional das Águas), o engenheiro Raimundo Goethe, chefe do setor técnico da coordenadoria estadual do órgão (CEST/BA), tranquilizou os parlamentares...

Comissão Especial quer vistoriar barragem de Pinhões, ela está na lista das que correm risco de rompimento

Conforme este Blog Geraldo José mostrou em novembro do ano passado a barragem de Pinhões deve ser vistoriada. Em novembro a redação do Blog fez contato com moradores do distrito de Pinhões, localizado a cerca de 50 Km da sede do município, e obteve relatos da necessidade de um "olhar mais técnico e profissional principalmente no sangradouro da Barragem de Pinhoes".

Na época foi divulgado o Relatório de Segurança de Barragens, relativo a 2017, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA) apontando que das 24.092 barragens espalhadas pelo Brasil, 723 foram classificadas nas categorias de risco ou com algum dano potencial...

Falta de manutenção no Açude de Pinhões e outros riscos voltam a preocupar moradores do Distrito

Relatórios divulgados no final de 2018, pela Agência Nacional de Águas (ANA), apontaram quase 50 barragens no País com algum risco ou preocupação, sendo que dentre estas pelo menos 10 estariam na Bahia. De acordo com o relatório as barragens que apresentavam algum nível de preocupação seriam as de Afligidos (em São Gonçalo dos Campos), Apertado (Mucugê), Araci (Arací), Cipó (Mirante), Luiz Vieira (Rio de Contas), RS1 e RS2 (Camaçari), Tabua II (Ibiassucê), Zabumbão (Paramirim) e Pinhões (Juazeiro).

De acordo com trecho do relatório da ANA “A maioria se deve a problemas de baixo nível de conservação da barragem, mas existem outros motivos como insuficiência do vertedor e falta de comprovação documental da estabilidade da barragem”. À época, em nota, o governo da Bahia informou que cumpriu metas de fiscalização e vistoria de barragens e que seria “o único a atender integralmente ao que foi previsto e pactuado com a ANA”, divulgou...