ARTIGO - CONQUISTAS SOCIAIS E COMBATE IDEOLÓGICO, VICIOSO, MUNDO A FORA!

25 de Aug / 2017 às 23h00 | Espaço do Leitor

As conquistas sociais resultantes da “onda de governos progressistas”, inclusive na América Latina, provocam reações odiosas das elites econômicas do mundo da política. Como exemplo o povo venezuelano com os governos de Hugo Chaves e Nicolás Maduro, rompe com a cultura política conservadora tradicional, do Capitalismo/Imperialismo local, e Norte-americano.  A grande imprensa burguesa faz o jogo da manipulação da opinião pública, buscando diuturnamente, ter a hegemonia na sociedade. Parece que esqueceu das notícias sobre violência, fome e miséria provocadas pelos governos de direita até o final da década de 80, antes do Hugo Chaves se candidatar.

A “Segunda Guerra Mundial” entre 1939 e 1945, com o mundo já ideologizado, com fortes divergências capitalista e críticas socialistas, ideológicas - (Capitalismo/Imperialismo X Socialismo/Comunismo), mais precisamente na Europa, uma guerra pautada em interesses econômicos causou danos à humanidade de enorme parte do planeta.

Houve um golpe de Estado em 11 de Setembro no Chile em 1973, que consistiu na derrubada do regime democrático constitucional do Socialista, Salvador Allende. Uma greve de caminhoneiros promovida pelos capitalistas para desabastecer as prateleiras e causar um caos entre a população, e depois impuseram um Golpe Militar.  

Teve a destituição do esquerdista Fernando Lugo da presidência do Paraguai em 2012, no contexto de uma crise político-institucional que resultou no impeachment do presidente e no isolamento político do Paraguai no relacionamento com a maioria das nações latino-americanas.         Claramente, às ideologias, (Capitalismo/Imperialismo X Socialismo/Comunismo) têm estado em disputa com a manipulação da grande mídia, a favor dos “poderosos da direita e com mais de uma versão de tipos de golpe.

Evo Morales presidente da Bolívia em três mandatos, tem sofrido pressões externas do mundo Capitalista/Imperialista, por ser uma liderança indígena, oriundo dos movimentos sociais e tem garantido conquistas expressivas ao povo, priorizando as famílias mais carentes.

Cuba há mais de cinco décadas tem sido vítima da perseguição Capitalista/Imperialista: “embargo econômico; retaliação internacional; manipulação da mídia para jogar o povo do mundo contra o socialismo e Fidel Castro. Mesmo tendo os serviços mais essenciais como Saúde e Educação sendo prioridades de lá e destaques mundial – além da grandeza da mentalidade da população e nos seus expressivos indicadores sociais.

No Brasil, um “golpe sisudo” tirou D. Pedro II do comando do governo, ainda no final do Século XIX. Outro golpe da direita derrubou o ex-presidente João Goulart e implantou a Ditadura Militar em 1964, depois de torturarem, sumirem com pessoas e assassinarem muitas pessoas de bem que lutavam por liberdade, democracia cidadania. De 2003 a 2015 um governo, mais ou menos, relacionado com os movimentos sociais, com apoio de setores empresariais (capitalistas) garantiu programas sociais que melhoraram a vida do povo - já em 2016 , dando continuidade ao projeto, a então presidenta socialista Dilma Rousseff foi retirada do cargo sob alegação de “crime de responsabilidade”, chamado, “pedalada fiscal”, através de impeachment, onde  juristas, professores de direito, parlamentares, artistas, intelectuais e parlamentares o trataram e tratam de “Golpe parlamentar/jurídico/midiático”). Reformas antissociais, cortes de programas sociais, escândalos republicanos, tratamentos “estranhos” dados e deixados de dá a casos de justiça e parlamentares, chegam a estarrecer. 

O ex-presidente uruguaio o socialista José Mujica eleito em 2009 exerceu mandatos por 15 anos, elegeu o seu sucessor o Tabaré Vázquez, promoveram inúmeras conquistas sociais, onde setores da direita são aliados circunstanciais do governo e até então, a chama direita, não esboçou a sua “genética” reação golpista.

Outros lugares são palcos de disputas políticas sem lógica e com as mais diversas formas de engendramentos e imposições que agride a democracia, desvirtua as instituições, fere a moral humana, e deixa a impressão da inexistência da vergonha.

Laurenço Aguiar – Contribuinte Voluntário da Imprensa Regional.

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