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Vereador denuncia que Jardim São Paulo está desassistido pelo setor de limpeza pública

27 de Sep / 2010 às 16h10 | Política

O vereador José Carlos Medeiros (PV) em email enviado ao blog diz que o bairro  existe há 34 anos e conta com em sua área de abrangência com oito ruas, das quais a maioria precisa de serviços e manutenção.  "Na adjacência falta urbanização dos acessos, uma vez que só existe uma entrada com respectiva saída, já que outra rua poderia funcionar também como alternativa de acesso não fosse o solo irregular e obstrução da via por entulhos e lama. Lixos e restos de construções são mais um problema dos tantos que atormentam moradores. Espalhados em muitos espaços, a partir da segunda rua em diante, o acúmulo de diferentes resíduos em lugares impróprios se alastram sem controle e trazem  prejuízos diversos àquela população", denuncia Medeiros.

"Incluem-se aos serviços necessários, mas  sem realizações por parte do setor competente, melhorias estruturais da praça defronte à igreja, cujo espaço é apenas uma área aberta sem nenhuma benfeitoria. Ao caminhar pelo bairro deparamo-nos com pavimentações que precisam de manutenção com urgência. Nessa realidade notam-se inúmeros buracos e algumas barreiras com vigas de meio-fio ao longo de vias. Quanto a Rua da Linha do Trem transitar por ali é um desafio haja vista total falta de estrutura para tal. O mato também tem domínio garantido por lá. Prolifera-se nos arredores do canal, em áreas abertas, nos caminhos mais afastados da avenida principal, até mesmo em moradias abandonadas. Na Rua Cardeal Arco Verde existe um terreno, vizinho ao imóvel de nº 168,  servindo como depósito de escombros e conservação de matagal, sem que o proprietário seja notificado e dessa forma deixe de proporcionar tantos incômodos à vizinhança, que de tão  prejudicada com essa situação já ateou fogo no lugar promovendo um principio de incêndio", continuou o vereador do PV.

 "O descrédito nas instâncias responsáveis é fato. Só mesmo apontando as ocorrências acompanhadas das imagens para se ter assegurado serviços e obras nessa comunidade abandonada pelo poder  público, irritando os moradores. Conforme populares, o fornecimento de água não ocorre dentro dos padrões estabelecidos, entretanto, as cobranças emitidas pelo SAAE ignoram o caso e praticam tarifas correspondentes a serviços de qualidade – como se assim fossem.Pelo exposto, levamos o problema ao conhecimento de toda a sociedade juazeirense, esperando a tomada das devidas providências por parte do poder público no combate ao desleixo verificado no setor", concluiu Medeiros.

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