ARTIGO - BAIXOU O FOGO POLÍTICO DA RENITENTE VANA!

03 de Sep / 2016 às 23h00 | Espaço do Leitor

“Quem aos céus quem quer subir e as nuvens quer pegar, as estrelas estão sorrindo da queda que vai levar!” O fim do mês de agosto foi o dia patente do desgosto da democracia brasileira contra a ex-presidente Dilma Vana Rousseff, a qual se saiu de vez do gosto do povo!

O julgamento do impeachment de Vana fora coroado de princípios democráticos, um verdadeiro espelho de polidez política, sessão presidida pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, afastando-se assim insinuações de golpismo como alegam o sistema doentio petista que não tem como se justificar das acusações imputadas a Dilma Rousseff, sobre os crimes de responsabilidade no que tange a tomada delituosa de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União e a abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional. Célebres pedalas largas!

A perda do cargo era evidente, pois, tais vícios e outros mais, ensejando o veredicto no dia 31 de agosto, caindo, portanto, uma “Fortaleza petista macabra” causadora de tanto sinistros no país, um legado desastroso de12 milhões de desempregados passando fome e desespero graças a um egocentrismo perverso e cruel de uma agremiação partidária que deve ser extinta e os seus rastros apagados.

É muito sistemática a razão pela qual a ex-presidente Dilma, sendo afastada em definitivo do cargo, entretanto, não fora inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo de oito anos, o que manda o preceito constitucional.

É cediço que entraram em ação os artifícios do Mister-M, ou melhor, o Domingos Fernandes Calabar, alagoano, tido como o maior traidor da história e da pátria, que tivera um fim triste, sendo enforcado perante o público para que servisse de exemplo, face a sua traição. (invasão holandesa em Pernambuco-1630).

A votação fatiada em duas partes – arrumação de traidores do PMDB – lesou a expectativa do povo brasileiro, tendo sido mais ainda o juízo do presidente Michel Temer, que por certo dará uma “chamada venenosa” nos “pérfidos caseiros,” que se vendem, mentem e traem à fé jurada.

Outrossim, a confirmação de Temer na Presidência da República terá influência em algumas candidaturas a prefeito pelo Brasil afora, tanto na capital, bem como no interior. Quem é aliado o caminho é mais livre e fácil de alcançar o Principado. Prefeito e governador contrários, o caminho é mais sinuoso, apresentando-se curvas irregulares. O eleitor deve pensar bem no futuro do seu município antes de votar em candidato sem sombra protetora, pois o arrependimento quando chega faz chorar!

Geraldo Dias de Andrade é Cel. PM\RR – Escritor – Membro da ABI\Seccional Norte – Cronista – Bel. em Direito – Membro da Academia Juazeirense de Letras. 

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