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Guia Alimentar para a População Brasileira lançado pelo Ministério da Saúde

11 de Nov / 2014 às 17h30 | Variadas

O novo Guia Alimentar para a População Brasileira foi lançado recentemente pelo Ministério da Saúde. A atualização da publicação relata quais cuidados e caminhos devem ser seguidos para alcançar uma alimentação saudável, saborosa e balanceada. Esta nova edição indica que a alimentação tenha como base alimentos frescos (frutas, carnes, legumes) e minimamente processados (arroz, feijão e frutas secas).

Também evita os ultraprocessados - a exemplo do macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes. De acordo com o site do MS, a intenção do Guia Alimentar é promover a saúde e a boa alimentação, combatendo a desnutrição (em forte declínio em todo o país) e prevenindo enfermidades em ascensão.

A profissional de saúde e vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa (AL), deputada estadual Graça Pimenta (PMDB), considera o guia interessante e aproveita a oportunidade para alertar as pessoas sobre a importância de adotar hábitos saudáveis. "A população brasileira precisa rever seus hábitos alimentares, como mostra a pesquisa Vigitel 2013, a qual informa que mais da metade dos brasileiros está acima do peso. O aumento de peso e a obesidade estão relacionados a diversas doenças como diabetes, hipertensão, infarto e até câncer. Por isso, é importante que as pessoas se alimentem adequadamente e, aliada à alimentação, esteja a prática de atividades físicas regularmente", afirma a parlamentar.

De acordo com a pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), atualmente 50,8% dos brasileiros estão acima do peso ideal e 17,5% são obesos. Os percentuais são 19% e 48% superiores aos registrados em 2006, quando a proporção de pessoas acima do peso era de 42,6% e de obesos era de 11,8%. 

O novo guia também informa dez passos para uma alimentação adequada e saudável, dentre eles: utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias; limitar o consumo de alimentos processados; comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia; planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece, e dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

 
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