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Inquérito Policial vai investigar crimes e destruição do patrimônio público durante rebelião no Conjunto Penal de Juazeiro

20 de Nov / 2012 às 11h30 | Policial

Coronel Lira, comandante do CPRN.

Detentos reféns.

Ala B do CPJ, destruída.

Familiares dos detentos na área externa do CPJ.

Segundo o Coronel Inácio Paz de Lira Junior, comandante do CPRN, que coordenou a equipe de negociação com os amotinados na rebelião do Conjunto Penal de Juazeiro a operação pente-fino continua durante toda esta terça-feira (20) com objetivo de encontrar armas ou drogas na ALA B onde se concentrou a revolta dos detentos.

Ainda de acordo com o Coronel Lira não houve qualquer confronto com os rebelados e foi primordial para esse desfecho feliz o equilíbrio da tropa e a negociação comandada pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia (Seap) sob a coordenação do diretor de Segurança Prisional, Major Júlio César.

“Houve uma destruição grande nas celas da ALA B, mas nós trabalhamos para garantir a integridade física dos amotinados e do nosso contingente que recebeu reforço de outras unidades policiais da região e da capital. Por isso a gente considera que o resultado da operação foi de grande sucesso”, argumentou Coronel Lira.

“A transferência de presos para outras unidades prisionais será necessária, mas tudo isso está sendo estudado com o Ministério Público porque depende de uma decisão do Poder Judiciário. Está ocorrendo um pente-fino pelo Departamento de Política Técnica enquanto a Política Civil vai instaurar inquérito policial para verificar alguns crimes cometidos, e as pequenas lesões praticadas entre eles mesmos, além da destruição do patrimônio público”, concluiu o Coronel Lira.

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