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Presidente da ALBA diz que punição a Roberto Carlos, só com requerimento de deputado ou partido

06 de Apr / 2012 às 07h00 | Política

O presidente da Assembleia legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PDT), em declarações, tem afirmado que a casa que preside não tem nenhuma ingerência na contratação de pessoal para os gabinetes e que não é atribuição da Assembleia conferir a frequência do pessoal contratado pelos gabinetes para prestar serviços aos parlamentares. “São os deputados que dão as frequências do seu pessoal”, disse.

No que diz respeito à punição, Nilo afirmou que vai “tomar conhecimento dos detalhes da operação e se houver irregularidades comprovadas os funcionários envolvidos serão demitidos”. Em relação ao deputado Roberto Carlos, alvo da investigação da Polícia Federal, o presidente da Assembleia Legislativa disse que uma eventual punição só ocorreria “se um partido ou deputado entrar com requerimento nesse sentido”.

Marcelo Nilo informou que já pediu através de correspondência à Polícia Federal, informações sobre a operação "Detalhes", que praticamente mudou a rotina de trabalhos no legislativo baiano. Em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (05), em Juazeiro, Roberto Carlos disse que entregou "uma petição dia (3) solicitando uma cópia do inquérito para me informar do que estou sendo investigado e também me colocando à disposição da PF para qualquer esclarecimento, em qualquer local e dia”, afirmou.

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