Juá Literária: manhã do segundo dia vira um novo capítulo com literatura, memória e encontros que inspiram

21 de Jul / 2026 às 22h00 | Variadas

Entre páginas, poesias, música e boas conversas, a manhã desta terça-feira (21) escreveu mais um belo capítulo da segunda edição do Festival Juá Literária. Na Orla 2 de Juazeiro, leitores de todas as idades encontraram uma cidade que respira cultura e faz da literatura um ponto de encontro entre gerações, saberes e histórias. A programação da manhã do segundo dia reuniu apresentações culturais, rodas de conversa, atividades para crianças, lançamentos de livros e atrações que transformaram o espaço em um grande convite à imaginação.

Quem passou pelo festival também pôde conhecer a Casa do Artesão, que passou por uma reforma recente e integra a programação da Juá Literária como um espaço de acolhimento ao público. O equipamento reforça o diálogo entre literatura, artesanato e identidade cultural, valorizando os artistas locais e ampliando a experiência de quem visita a feira.

Na Tenda das Palavras, estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Lomanto Júnior apresentaram a performance "Saga de um Vaqueiro", seguida da dança "Forró pra toda vida!!!" e da apresentação musical da Banda Guardiões do Rio. O Centro Estadual de Educação Profissional em Gestão e Negócios do Norte Baiano também participou da programação com a apresentação literária do livro "Guardando Memórias". Já às 13h30, o Anexo ao Colégio Estadual de Tempo Integral Agostinho Muniz, do Conjunto Penal de Juazeiro, apresentou "Cárcere em Cordel", mostrando a força da literatura como instrumento de expressão.

Enquanto isso, a Carreta Literária recebeu apresentações de escolas, Thami Cavalcanti, literatura, teatro e dança com estudantes das escolas Américo Tanuri, Manoel Nunes Amorim e João Neves de Almeida. No Espaço Leve e Leia, as contações de histórias dividiram espaço com o projeto de incentivo à leitura. A Lotação Literária promoveu mais uma edição da atividade Educação Cósmica, com Alana Andrade, e a Juazinha seguiu encantando o público infantil com circuito psicomotor, contações de histórias, atividades lúdicas, pintura de rosto e oficinas criativas.

No Palco Flijuá, o bate-papo sobre Políticas Afirmativas, com o tema "Relações Étnico-raciais na Educação", reuniu Cláudia Truká, Charles Jean Pereira e Steffane Micaelle para uma reflexão sobre educação, inclusão e diversidade. Em seguida, estudantes compartilharam experiências no tradicional encontro Juazeiro pelo Mundo e, às 14h, aconteceu o lançamento do livro "Nossas Ausências", do autor Jhonatas Nilson.

Entre uma atividade e outra, os estandes de livros permaneceram movimentados. A psicóloga Kaline Brito aproveitou a programação para participar das atividades e renovar sua biblioteca.
"Estou aqui participando do Festival Juá Literária e estou amando a experiência. Já participei da roda de conversa sobre redução de danos e juventudes, uma experiência maravilhosa pra falar sobre a importância da economia solidária nos processos de saúde mental. E além disso, já adquiri os meus 'livruchos' de Graciliano Ramos naquele precinho e os clássicos que a gente ama. Estou adorando a experiência e virei mais dias com certeza para conferir todas as atrações."

Entre livros, apresentações culturais e encontros que despertam novas perspectivas, o festival segue transformando Juazeiro em uma grande biblioteca a céu aberto, onde cada visitante escreve, à sua maneira, mais uma página dessa história.

Diana Silva/Ascom PMJ Fotos: Anamauê

© Copyright RedeGN. 2009 - 2026. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do autor.