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A poucos dias da realização do Programa de Governo Participativo (PGP 2026) em Juazeiro, o vice-prefeito Tiano Félix reforçou o convite para que a população participe das plenárias que acontecerão nos dias 12 e 13 de junho no município. Para Tiano, o PGP representa uma das principais marcas dos governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores: a construção coletiva das políticas públicas a partir da escuta da população.
"O PT tem uma tradição muito bonita de governar ouvindo o povo. Foi assim com o presidente Lula, foi assim com Jaques Wagner, com Rui Costa, é assim com o nosso governador Jerônimo e também é dessa forma que buscamos construir junto a gestão do prefeito Andrei. Só quem calça o sapato sabe onde ele aperta. Quem vive os problemas conhece melhor do que ninguém os caminhos para solucioná-los", afirmou.
O vice-prefeito destacou que a realização do PGP em Juazeiro dialoga diretamente com a experiência do Juazeiro Participativo, programa da Prefeitura de Juazeiro, coordenado por seu gabinete, que vem percorrendo bairros, distritos e comunidades rurais ouvindo moradores/as para identificar demandas e construir soluções junto à população: "O povo não pode ser apenas espectador das decisões. Ele precisa participar da construção dos projetos, das prioridades e dos caminhos que queremos para a cidade. O PGP fortalece exatamente essa visão", destacou.
A programação terá início no dia 12 de junho, com o PGP da Juventude, às 16h, na quadra do antigo Colégio Anglo/Moura. Já no dia 13 de junho, às 9h, acontece o PGP Território Sertão do São Francisco, na Via Show, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, do senador Jaques Wagner, do ex-ministro da Casa Civil Rui Costa, além de lideranças políticas, movimentos sociais, sindicatos, estudantes, agricultores familiares e representantes de diversos segmentos do sertão baiano do São Francisco.
Segundo Tiano, a participação popular será fundamental para que as demandas do território sejam incorporadas às propostas que orientarão os próximos anos da Bahia. "Juazeiro tem muito a contribuir. Nossa região tem potencialidades, mas também desafios históricos. Por isso é importante que trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, juventudes, agricultores familiares, lideranças comunitárias e movimentos sociais participem desse processo e ajudem a construir o futuro da Bahia e do Brasil", concluiu.
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