
Em mensagem ao blog Rede GN Damiana Pereira expressou indignação com o fato de que a sua mãe de 91 anos precisou de uma ambulância social nesta quinta-feira (14) e não obteve resposta.
"Geraldo José, meu nome é Damiana Pereira, estou com minha mãe no Hospital Traumas (HU) que veio fazer raio X na perna desde de 12:00h. Estou aqui do lado de fora esperando ambulância social sem assistência nenhuma. É para ela retornar para casa. Ela 91anos e não tomou os medicamentos e nem fez as refeições. Nos ajude nesse descaso com um ser humano".
A reportagem encaminhou a reclamação para Secretaria de Saúde da Prefeitura de Juazeiro que respondeu que a demanda era de Petrolina.
No período da noite, a neta Ana Caroliny também se manifestou sobre essa situação em mensagem ao blog:
"Minha vó tem 91 anos estava aguardando uma ambulância social na porta do hospital hoje no Traumas e sem conseguir contato com eles já tinha feito mais de 10 tentativas de contato estavam desligando e não atendiam. Liguei para o Samu, o mesmo informando que talvez a equipe estaria em horário de almoço sendo que no contato via whatsapp o horário de almoço da equipe informado seria das 13:00 as 14:00 o hospital também solicitou, mas sem sucesso... Minha vó permaneceu do lado de fora da unidade em uma maca, ela tem Alzheimer, é diabética, hipertensa e seguiu sem conseguir falar com o setor de ambulância social... Lembrando que ela foi até a unidade hospitalar de ambulância social devido a cormodidade dela, quando conseguiu falar com o setor foi 14:17h e a atendente informou que só enviaria uma ambulância as 17:00h, pois na base só existiam três carros para a demanda e as mesmas ia dar prioridade aos pacientes de hemodiálise... Mais o que fica a desejar é a demora para atender a falta de respeito do tempo com uma idosa de 91 anos que ficou de 12:30h até as 17:00h e mesmo assim nenhuma ambulância apareceu tivemos que trazer ela de forma inadequada, dolorosa e por conta propria... E o prefeito Simão focado em festa e asfalto enquanto a base com três carros para uma demanda alta de nossa cidade... é complicado" pontuou.
"E obs... Infelizmente precisamos do atendimento, pois a paciente precisava ser conduzida deitada se não nem tinha ligado para esse atendimento que por fim não foi realizado. Hoje senti na pele a falta de respeito nesse atendimento da ambulância social" concluiu.
A reportagem não conseguiu contato com a assessoria da Secretaria de Saúde de Petrolina.
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