
De Paulo Cesar, ninguém herdará o violão, mas, o som por ele emanado e a canção por ele cantada, habitarão suave e solenemente nossos ouvidos de tão acostumados que ficaram.
Não desfrutaremos mais da agradável companhia de Paulo Cesar, tão pouco do seu contumaz e caloroso abraço como forma de dizer o seu gostar.
O samba continuará molejando e ritmando os sons. Ainda bem, pois, sambando e cantarolando lembraremos de Paulinho.
O artista que nos ensinava diferentes formas de vivenciar a arte de tocar e cantar, parte e deixa seu jeito, sua voz, sua inspiração e um legado.
E lá se foi um gênio dos festivais: letras e músicas, performance e empatia. Cá ficamos com lembranças e saudades.
Tony Martins
PS: Uma das últimas aulas de música!
© Copyright RedeGN. 2009 - 2026. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do autor.