A Arte, a alegria e o artista, nós e a saudade

14 de Apr / 2026 às 18h55 | Espaço do Leitor

De Paulo Cesar, ninguém herdará o violão,  mas, o som por ele emanado e a canção por ele cantada, habitarão suave e solenemente nossos ouvidos de tão acostumados que ficaram. 

Não desfrutaremos mais da agradável companhia de Paulo Cesar, tão pouco do seu contumaz e caloroso abraço como forma de dizer o seu gostar. 

O samba continuará molejando e ritmando os sons. Ainda bem, pois, sambando e cantarolando lembraremos de Paulinho. 

O artista que nos ensinava diferentes formas de vivenciar a arte de tocar e cantar, parte e deixa seu jeito, sua voz, sua inspiração e um legado. 

E lá se foi um gênio dos festivais: letras e músicas, performance e empatia. Cá ficamos com lembranças e saudades.

Tony Martins

PS: Uma das últimas aulas de música!

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