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Era impossível passar por ali e não parar, não ouvir, não se contagiar. Estela transformava qualquer lugar em palco e qualquer momento em lembrança inesquecível.
Ela chamava todos de "gente linda", mas a linda era ela. Linda no sorriso, na alma, na forma de cantar e de viver. Sua alegria atravessava pessoas, quebrava tristezas e unia corações.
Hoje dói dizer adeus. Mas Estela não se cala. Ela segue viva nas músicas que ecoam na memória, nos palcos da cidade, nos sorrisos que despertou e no amor que espalhou.
Quem canta com o coração nunca parte de verdade.
Estela agora é eternidade.
Karlos Victor-leitor REDEGN
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