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Um edital de licitação publicado para calçar Juazeiro cheia de buracos, gerou polêmica na imprensa.
É comum o Tribunal de Contas notificar o gestor diante de um direito constitucional de um cidadão reclamar.
O gestor deverá responder que não pode ser medido com a régua do mal feito. E que sua gestão não faz parte do padrão do erro e sim da moralidade.
O Jornal A Tarde divulgou ontem sobre possível ilegalidade no processo de licitação para pavimentação da cidade.
Nao houve licitação e nem contratação de empresa, como quis fazer crer, de forma equivocada.
O valor do futuro contrato na ordem de quase dez milhões e o Município já encaminhou o esclarecimento e a documentação solicitada.
O político disse que não precisa calçar a cidade porque aumentaria o calor nas ruas e que é melhor molhar as ruas com carro pipa.
É um sujeito blasfemador e possuidor de lamentos indistintos, como um eco que só sabe percorrer os labirintos do mal.
Não querer a pavimentação é coisa de alguém magoado, gente com olhos cheio de visões noturnas e que no rosto aflora a loucura e a aflição.
Juazeiro não é campo de agonias por conta de um político bufão e mimado.
Ó dor! A dor passou. Os inimigos não podem roer as rosas do Jardim de Juazeiro.
Por Henrique Rosa
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