
O advogado juazeirense Jaime Badeca Filho foi o entrevistado do Café Com Blog desta quarta-feira (9), oportunidade em que fez relatos muito interessantes sobre a história de Juazeiro, que completa 147 anos os próximos dias.
Jaiminho, como é conhecido entre amigos, falou sobre aspectos políticos e culturais da cidade e destacou a necessidade de preservar o patrimônio histórico e planejar as novas áreas da cidade, para não cometer os mesmo erros do passado:
“Juazeiro é uma cidade linda, Juazeiro é uma cidade maravilhosa, é porque ela está escondida, ela precisa ser revelada, entendeu, esse centro histórico é o maior centro histórico do mundo, o que tem que se fazer é pintar as casas, botar cores, fazer muita limpeza, Juazeiro é uma cidade multicultural e nas áreas novas é preciso planejamento ou será que a gente vai fazer tudo de novo... o cientista Albert Einstein, pai da relatividade, declarou num congresso cientifico: “Faça, as mesmas coisas, repitam as mesmas coisas, que os resultados serão os mesmos, ou seja, a gente tem que inovar...”, disse.
Jaime Badeca lembrou a necessidade de afetividade das gestões com a população, lembrando uma história que teve João Gilberto, filho da terra, como personagem.
João, num encontro casual com o casal juazeirense Edson Américo e Adriana Tanuri, fez alusão ao jeito de governar do prefeito Aprígio Duarte, que foi gestor da cidade entre 1912 e 1923, quase 12 anos à frente da prefeitura, antes de João Gilberto nascer, mas voltou a governar em períodos posteriores, de 1933 a 1945, com um intervalo de uma ano fora, período ocupado por Alfredo Viana.
“Apriginho, Apriginho era tão bom com a gente, falta luz lá na rua, a lâmpada queimava e ele mandava trocar a lâmpada”.
Assista esse trecho da entrevista com o advogado Jaime Badeca Filho, no link abaixo, lembrando que a entrevista completa está no canal da redeGN, no youtube. (Veja aqui)
© Copyright RedeGN. 2009 - 2026. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do autor.