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Artigo – Do sonho à realidade – II

Templo de Partenon, na montanha de Acrópole, no Centro de Atenas, Grécia

Depois de um giro deslumbrante pelas raízes de culturas que sedimentaram as bases de civilizações milenares, em que as emoções parecem conduzir os visitantes à pretensão inglória de passar a história a limpo, retornei com sentimento de mais respeito à criatividade, à força e à energia dos bravos construtores civis daquela época. Sem os recursos técnicos e de equipamentos hoje existentes, a pergunta inquietante que mais se ouvia era “como foi possível a construção de tantos e tão belos monumentos naquele tempo, cujo grau de dificuldade parecia não ter limite”? ..

Artigo – Às margens do Velho Chico

Em meio de tantas notícias desagradáveis dos últimos tempos, que entristecem e deprimem, seja pela perda de alguns entes queridos ou pelas dores e sequelas causadas por um certo vírus maldito, nada mais sugestivo e acolhedor do que me dirigir ao recolhimento ao longo de alguns dias, respirando a pureza do ar que enriquece a vida rural, e me deliciando com a beleza do canto dos pássaros.

E, em complemento de tudo isso, nada mais encantador do que a contemplação diária de um idoso de 520 anos de idade que passa à minha frente, e desfila pujante e altaneiro, exibindo beleza e riqueza, força e energia, para o deleite de quantos queiram bater palmas ao seu eterno poder. Então, palmas para: O VELHO CHICO!..

Artigo - O que é isso, Presidente?

No amplo universo de simpatizantes ou apoiadores do atual Presidente – para cujas posições tenho democrático respeito -, são muitos os fidelizados de maneira tão absoluta que não admitem qualquer restrição às suas mais absurdas atitudes, particularmente quando não reconhece a importância da vacina ou não refreia o seu descontrolado ímpeto verbal. A interrogação do presente título, certamente causará natural e compreensível inquietação. Mas, aqui não se inventa nada, falamos à luz dos fatos, e a ilustração retrata bem o que se segue.

É recorrente dizer, mas qualquer tema que se escolha para uma breve reflexão semanal, sempre terá alguma ligação direta ou indireta com o problema nacional de grande dimensão, aquele que aflige e mexe com a vida de todo cidadão neste País: a PANDEMIA. Naturalmente, seria estafante reiterar os detalhes e motivos ligados ao retardamento pelo Governo das decisões que deveriam ter sido mais ágeis nas providências iniciais para habilitar as primeiras vacinas, ou inútil ao criar sofismas humorísticos ingênuos de que a vacina transforma as pessoas em jacaré. Obviamente que se tivesse tido uma visão menos individualista e mais abrangente no interesse coletivo, muitas vidas poderiam ter sido poupadas dentre essas 500 mil...! Mas, na verdade, faltou o que chamamos de sabedoria para gerenciamento de crise, e aí estamos vendo no que deu...

Artigo - E quando tudo isso passar?

Como se não bastassem todos os fatos trágicos que atormentam a humanidade, consequentes de um cenário de dor e sofrimento que ceifa vidas, destrói a estrutura familiar e social, e desmonta a estrutura econômica de uma sociedade ativa e produtiva, os efeitos da Pandemia trazem a marca das incertezas num futuro cheio de incógnitas e perguntas ainda sem respostas.

É perceptível que nos países desenvolvidos e de cultura mais sedimentada, em cada momento que os governos adotam maior liberalidade de circulação e suspendem as restrições, o comportamento das pessoas extravasa uma naturalidade e espontaneidade que não reflete que aquele País passou por uma Pandemia grave. Talvez seja por uma questão cultural, o que não acontece nas nações menos preparadas ou não tão acostumadas com catástrofes históricas, que se abatem e sofrem com maior intensidade os efeitos dessas calamidades, em todos os segmentos sociais e econômicos...

Artigo – Copa América ou Copa Vírus?

A cada dia, a cada hora e a cada minuto que passa na vida do cidadão, testemunha-se que este ser é atropelado por uma avalanche de fatos que mexem com a sua estrutura, seja influenciado por circunstâncias naturais e trágicas, como os efeitos de uma Pandemia, ou causado pelas ações intencionais ou mal intencionadas do próprio homem, que podem gerar consequências as mais inusitadas.

E no emaranhado de incidências de todos os níveis, o que mais impressiona é a incapacidade ou indiferença de certas autoridades em estabelecer a dimensão e o perfil das prioridades, de forma a amenizar a intensidade do sofrimento da população indefesa à sua volta. Num País que se aproxima da grave estatística de meio milhão de mortos com a Pandemia, o que se percebe nas análises de muitos políticos - cada qual mais tendencioso em dar ênfase às suas posições político-partidárias -, são avaliações distorcidas da realidade, nas quais existe mais preocupação em destacar em qual posição o Brasil se encontra no ranking dos países que vacinaram no mundo, do que pensar no número de vidas já perdidas...

Artigo – Papa: “Vocês não têm salvação!”

No último dia 26/05, o Papa Francisco, com o seu humor já característico quando anda na Praça S. Pedro, no Vaticano, cumprimentando e benzendo as pessoas de todo o mundo que ali comparecem para buscar a bênção do Sumo Pontífice ou mesmo só para vê-lo de perto, brindou o mundo, e em particular o Brasil, com uma frase que ainda que tenha todo o tom do humor portenho, trouxe no seu cerne duras verdades que devem nos levar à reflexão.

No simpático percurso que faz a pé, desta feita pelo pátio de San Damaso, o Papa passou em frente a padres brasileiros e foi logo abordado pelo jovem padre João Paulo Souto Victor, de Campina Grande (PB), que apelou em claro italiano: “Santo Padre, reze por nós brasileiros”! Numa repentina explosão de humor, associado à verdade do que pensava, o Pontífice aproximou-se um pouco mais como a querer falar ao seu ouvido, e respondeu: “Vocês não têm salvação... É muita cachaça e pouca oração". E aqui cabe a pergunta: Verdade ou engano?..

Artigo – “Simples assim: Um manda e o outro obedece”!

Essa frase, revestida de gritante subserviência, foi pronunciada pelo então Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, numa entrevista pública, com o Presidente da República ao seu lado às gargalhadas, um dia após ter sido desautorizado, publicamente, pela não aprovação presidencial à assinatura do seu Ministro num protocolo de intenções firmado durante a reunião com os Governadores, em que ele se comprometia a comprar 46 milhões de dose da Vacina Coronavac.

De maneira incompatível, sem ética e deselegante com o seu Ministro, Bolsonaro declarou que não compraria vacina da China - claramente porque as iniciativas preliminares foram do Governador Dórea -, e ainda complementou de forma autoritária, bem ao seu estilo, afirmando que: "Não compraremos a vacina da China [...] O presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade." E aqui questiono: inclusive a autoridade de deixar as pessoas morrerem? Parece que sim...

Artigo – Brasília: o circo está armado!

A vontade de acreditar e até mesmo dar um pouco de confiabilidade a um projeto político que muitos, ou até alguns milhões acreditam, vez por outra, ou quase sempre, depara-se com cenas marcadas por atitudes do Presidente da República, nem sempre tão condizentes com a postura do Chefe de Estado que se deseja para o Brasil. Não é à toa que o seu índice de aprovação inicial decresce violentamente... Eis a pergunta: Será que não existe na sua Assessoria uma pessoa, sequer, com parcimônia e credibilidade, em quem esse cidadão possa ouvir?

O Presidente pronunciar palavrões na hora de desabafos com repórteres, já virou lugar comum e, em nenhum momento, deve ter lhe passado à cabeça o quanto isso representa de péssimo exemplo para a juventude, em visível contradição com aquilo que os pais desejam passar aos filhos. Alguém, jocosamente, já disse: “tira as crianças da sala que o Presidente vai falar”! Permito-me não repetir palavras tão chulas que já ouvimos ao longo desses dois anos, ditas em frequentes explosões incontroláveis de ira. Às vezes imagino que ele ainda não se sente incorporado à liturgia do cargo, ou não está nem aí para o tamanho da envergadura que o cargo representa!..

Artigo - Mãe: fonte de amor e energia!

Nesse já consagrado segundo domingo de maio, nada melhor que juntar pequena coletânea de algumas emoções contidas em crônicas que escrevi ao longo dos últimos anos, ou melhor, a partir de 2013, dedicadas a esse ser mais que sublime e soberano: MÃE!

Começo por lembrar um detalhe histórico de que o desejo de homenagear as mães foi inspirado nas emoções e carências de uma jovem americana – Anna Jarvis – que sentia muito pela morte de sua mãe e assim no ano de 1905, juntamente com algumas amigas, teve a ideia de sugerir a instituição de uma data no mês de maio para que as mães, com muita justiça, fossem lembradas e homenageadas. A conquista foi se consolidando gradualmente e somente no ano de 1914 os festejos foram unificados em toda a América do Norte...

Artigo – Procura-se freio para língua

Sempre que não se encontra no mercado comercial aquele produto de que tanto se necessita para o uso na atividade normal do cotidiano, é comum que pelos meios possíveis de divulgação, inclusive pela prática do boca-a-boca, se utilize a linguagem do “Procura-se”, como forma de localizar aquele item que possa resolver o problema de eventual carência.

Naturalmente, o leitor está surpreso com a analogia, visto que o título da crônica se reporta a um órgão da maior significação em nosso corpo, responsável por diversas funções no organismo humano, “como a percepção dos sabores e a formação de sons correspondentes à fala, além de complementar o processo de deglutição”. Difícil classificar o grau de maior ou menor importância, porque qualquer desvio de qualidade no seu desempenho, traz sensíveis prejuízos ao seu detentor. E a sua perda por algum acidente, priva o indivíduo do bem maior que é a capacidade de comunicação...

Artigo – “Deixa essa pandemia passar!”

O título nos sugere o mote mais recentemente popularizado no diálogo entre as pessoas e ouvido constantemente nos últimos 14 meses em que a humanidade se viu impulsionada ao afastamento físico, e ao isolamento de amigos e familiares, de forma a estimular a proteção natural contra a eventual transmissão indesejável desse vírus infeliz, que se chama: “Novo Coronavírus”. Aliás, que se denomina ou apelidado de... porque ninguém o chamará, jamais!

Nenhum castigo pode ser mais doloroso para um povo tão espontâneo e alegre como o brasileiro, do que ser obrigado a cumprir protocolos de comportamento que lhe impõem o impedimento de circular livremente, dar e receber o abraço afetuoso, e bloquear o sorriso comunicativo e feliz, pela necessidade do uso da máscara protetora...

Artigo – 2022: Entre a cruz e a espada

Bolsonaro, Lula, Ciro Gomes, Eduardo Leite, Amoedo, Doria, Mandetta e Huck.

Mesmo que se queira diversificar os pensamentos e focar a reflexão sobre outros temas, é uma tarefa por demais difícil para qualquer cidadão, ou uma ilusória pretensão de fugir do natural envolvimento emotivo diante de uma tragédia que está a consumir milhares de vidas em nosso país. Oxalá uma outra que se desenha a todo instante no campo político-institucional, não venha realmente a acontecer... O povo não merece uma tragédia atrás da outra!..

Artigo: Corrupção à portuguesa, com certeza

Praça Marquês de Pombal (1) - Praça do Comércio (2)

Além da enorme preocupação com a preservação da vida - do próprio, de familiares e amigos -, no trágico momento em que a Pandemia provoca uma devastação mundial, cada cidadão tem as suas particularidades no universo de sonhos, desejos e vontades ora frustradas. Por exemplo, para aqueles que se deleitam com os prazeres de viagens turísticas anuais, de vasto enriquecimento cultural, tem sido sofrido não mais poder realizá-las, até porque existe o bloqueio impeditivo para o acesso em alguns Países. Vale lembrar que lá fora a preocupação com o seu cidadão é muito diferente do que se passa por aqui.....

Artigo – Ministérios: Operação troca-troca!

Numa análise racional do momento político, os excessos e paixões tanto de um lado como de outro, são atitudes sempre inaceitáveis, porque tendem a perder a noção do equilíbrio e coerência desejados numa conversa democrática.

É de se lamentar, mas a realidade presente nesses diálogos, quase sempre, não é o reconhecimento de erros graves cometidos aqui ou acolá pelo governo atual, ou pelos que o antecederam, mas buscar, invariavelmente, alguns motivos que possam justificar e compensar, numa percepção de que o que mais importa é defender os princípios ideológicos de cada qual. Como disse o Marquês de Maricá: “Folgamos com os erros alheios, como se justificassem os nossos”! Parece uma profecia para toda uma vida.....

Artigo – Uma falsa conversão?

                           

(Leve mudança: todos com máscara!!!)                             

Alguns atos e fatos estranhos que vêm acontecendo mais recentemente, de certa forma atiçam a nossa capacidade de entendimento ou interpretação. Por exemplo, foi anunciada a nomeação de um novo Ministro da Saúde, o médico Dr. Marcelo Queiroga, em substituição ao Gen. Eduardo Pazuello. Convidado a comparecer ao Palácio do Planalto, na saída do encontro já houve uma entrevista com a imprensa, quando anunciou os seus planos de trabalho e fez referências à gestão do ex-ministro. Daí em diante, parecia ser o novo ministro de fato, mas, a Portaria de nomeação e publicação no Diário Oficial, não acontecia... E não é que no dia 23/03, oito dias após o convite, a posse ocorreu em ato simples e discreto, mas a publicação no Diário Oficial, nada! Até pouco tempo atrás a regra era clara: só após a divulgação do ato, o nomeado tomava posse!..

Artigo – Saúde: “um manda e o outro obedece!”

Nesse momento mais que conturbado em que vive a população brasileira, uma pergunta perturbadora surge no cenário nacional: Em que País realmente estamos vivendo? No Brasil dos 212 milhões de brasileiros, com uma Pandemia que já registra 2.900 mortes diárias e quase 300 mil vidas perdidas, ou no Brasil de alguns políticos negacionistas, ou seja, indivíduos “que negam um fato comprovado e documentado, ou pessoas que negam ou não aceitam como verdadeiros, conceitos comprovados cientificamente”? E que parecem viver no mundo da fantasia e fora da realidade de uma tragédia, não só nacional, mas mundial? 

Sim, porque esse é o único questionamento para explicar declarações tão desprovidas de equilíbrio e sensatez, sendo a bobagem mais recente a débil declaração do líder do Governo, Deputado Federal Ricardo Barros (PP-PR), que disse no último dia 17/03/21, sobre a situação do Brasil na pandemia do coronavírus: "não é tão crítica, comparada aos outros países. É uma situação até confortável"!!! São tantas as declarações loucas e pouco imaginativas, que até envergonha repeti-las!..

Artigo – Uma gafe e um tsunami político

Foram tão significativos e relevantes os principais fatos políticos da semana, que não me contive em fazer uma breve reflexão sobre ambos. E pela ordem sequencial das fotos da ilustração, o leitor já identifica no primeiro quadro acima, a imagem que bem caracteriza a falsidade de uma política governamental de combate ao coronavírus.

A comitiva oficial composta de 10 membros, representando três Ministérios - num avião da FAB -, está aí alinhada para a foto oficial, antes de decolar para Israel, com a finalidade de lá discutir o intercâmbio de tecnologias ligadas ao combate da pandemia, incluindo o spray nasal israelense EXO-CD24. O contraponto é terem saído do Brasil sem máscara, e lá chegando, todos já estavam enquadrados dentro dos protocolos rígidos dos países desenvolvidos. Aqui, comportamento desigual, anormal e desprezível!..

Artigo – O vírus, a indiferença e a vacina

Em qualquer parte do mundo, nada é mais comum do que o despreparo da maioria em lidar com uma Pandemia, cuja ação invisível de um vírus se constitui em risco quase indefensável, restando a todos, apenas, buscar as medidas paliativas protetoras, tentando evitar a infecção e maiores consequências à vida, enquanto a vacina não chega para cada um. Certamente que, naquelas Nações onde existe uma reconhecida condição econômica, social e cultural, é mais notória a capacidade de melhor se enquadrar num processo de superação, pelo nível de disciplina e educação das pessoas. Ou seja, civilidade e civilização fazem a diferença! Diga-se de passagem, sem a tal ideologia.

O mesmo, contudo, não se pode dizer dos nossos patrícios que, de norte a sul, de forma imprudente e acintosa, desrespeitam os protocolos e abusam da sorte em festas entocadas nas cafuas com grandes aglomerações, mesmo sabendo que os hospitais estão em estado quase de calamidade. Esses vulneráveis, após contaminados e em estado grave, bradam contra o sistema de saúde. São errados e irresponsáveis!..

Artigo - Covid: Mortes de norte a sul, leste a oeste!

Por mais que haja empenho de boa parte da população em aceitar a complexidade do momento, a realidade se torna cada vez mais difícil de ser absorvida. E um dos fatores mais preponderantes e que contribui negativamente para que não se alcance uma mais razoável compreensão dessa gravidade, é a enorme diversidade conceitual sobre o Vírus COVID-19 e seus muitos protocolos em circulação nos diversos órgãos de imprensa, tanto por posições assumidas pelos seus editores, como por manifestações médicas divergentes por parte de muitos profissionais da área. Ora, é evidente que esses conflitos criam enorme angústia e desesperança!

Outro fator que afeta fundamentalmente o sentimento de confiança e crença de que tudo isso vai passar, esbarra na chocante falta de prioridades objetivas no combate ao COVID-19, desde o início...

Artigo – Não é hora de brincadeira, excelência!

Depois do deleite favorecido pelos encantos do Luar do Sertão, crônica da última semana, volto a circular pelos tortuosos meandros do mundo político, cujo comportamento de muitos dos seus principais agentes está revestido de inverdades e hipocrisias, que maculam a confiança e a credibilidade que deveriam repassar ao povo brasileiro. Mas, diante desse espectro dominante de tal mundo, uma postura de repúdio tem de ser concreta e efetiva, principalmente se buscarmos inspiração no belíssimo pensamento do Rev. Martin Luther King, in memoriam: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Essa é, realmente, a preocupação de todos nós!

É profunda a reflexão que a frase sugere, visto que não deve preocupar, jamais, o grito dos opositores de fato e que foram derrotados nas urnas – não significa dizer que são todos “maus” –, porque, divergir e se opor no campo político, são características inerentes ao processo democrático. O que surpreende e inquieta é “o silêncio dos bons”, que se empolgam e se influenciam por uma mídia de redes sociais voltada à construção de uma falsa imagem de “mito”, vindo a padecer de uma cegueira onde excessos e omissões não são considerados...